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Brasileiro ou brasiliano?

Brasileiro ou brasiliano?

Carpinteiro, vaqueiro, serralheiro, marceneiro, engenheiro, vidraceiro, BRASILEIRO… Opa!
Estamos falando de profissões.
Americano, angolano, australiano, italiano, colombiano, “BRASILIANO”, Ah! Agora sim estamos falando de Gentílicos. Isso mesmo caros leitores e amigos, acho que esse é um bom momento para sabermos destas diferenças tão importantes.
Brasileiro era o nome de profissão que os exploradores recebiam durante o Brasil colônia, período em que nossas riquezas foram para a Europa graças a esses profissionais ( * ) os brasileiros. O nome brasileiros é original dos trabalhadores que exploravam o Pau-brasil, assim ficaram conhecidos.

Somos marcados por uma cultura de exploração, violação e escravidão.

Vamos lá! BRASILIANO sim é de verdade nosso gentílico, é o que identifica o povo de um lugar, uma nação.
Acho que agora sim, a partir deste momento O POVO BRASILIANO.
Aí me perguntam se eu sou a favor dos manifestos? Respondo, NÃO SOU CONTRA, SOU A FAVOR! Porque? Porque o brasileiro tem acordado, ainda não acordou literalmente, veremos isso realmente nas urnas. E que papel tem a igreja nisso tudo? A Igreja é a expressão de Cristo na terra, creio que Jesus nunca foi parceiro da injustiça, pelo contrário, ele foi feito Justiça por nós, por isso não podemos nos conformar… Lembre-se Paulo nos disse para “não nos conformarmos com este mundo (sistema)”, porém em João 3:16 diz que “Deus amou o mundo (a humanidade)”.  Tudo bem que Jesus disse que o Reino Dele não é o Reino desse mundo, mas os que estão aqui perecendo com fome e com sede também fazem parte desse Reino, e nós como representantes desse Reino, o que temos feito em relação a isso tudo?

Resumindo: Não vamos nos conformar com esse sistema, vamos dar a nossa vida pelo nosso próximo, assim como Deus amou, também devemos amar. Que venha um tempo de Paz, Alegria e Justiça sobre a nossa nação, essa é a minha oração.

Deus nos abençoe.

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Os mártires do Ponto (Ásia Menor)

   “Os mártires das cidades do Ponto padeceram sofrimentos terríveis: alguns tiveram os dedos perfurados com bambus pontiagudos a partir da extremidade das unhas; para outros, fazia-se liquefazer chumbo e, quando a matéria ardia e fervia, era derramada nas costas da vítima e as partes vitais do corpo eram queimadas.    Outros sofreram, em seus membros mais íntimos e nas vísceras, torturas repugnantes, cruéis, intoleráveis mesmo só de ouvir, que os ilustres juízes  vigilantes da lei, inventavam cheios de zelo, ostentando toda a própria maldade, como se fosse uma sabedoria particular, e concorrendo um com o outro na superação de invenções cruéis, como quem disputa os prêmios de uma competição.

    O cúmulo da desventura abateu-se sobre os cristãos quando as autoridades pagãs, cansadas do excesso dos massacres e das mortes, saciadas do sangue derramado, assumiram uma atitude que, segundo eles, era de brandura e benignidade, parecendo que já não seriam capazes de excogitar algum castigo terrível contra nós.
Não seria justo – diziam eles – manchar cidades inteiras com o sangue de cidadãos, nem agir de modo a culpar de crueldade a suprema autoridade dos soberanos, benévola e branda para com todos; era necessário, contudo, estender a todos o benefício do humano poder imperial, não mais condenando ninguém à morte; pela indulgência dos imperadores foi, de fato, abolida esta pena em relação a nós.
Ordenou-se, então, que se arrancassem os olhos aos nossos irmãos e se lhes estropiasse um perna, porque isso, segundo os pagãos, era um ato de humanidade e a mais leve das penas que se podiam aplicar.
Como conseqüência dessa “generosidade” dos ímpios soberanos, não era possível dizer que se visse uma multidão de pessoas sem que a espada não tivesse arrancado a alguém o olho direito e, em seguida, cauterizado. A outros, com ferros em brasa, era estropiado o pé esquerdo sob a articulação, depois do que eram destinados às minas de cobre das províncias, não tanto para que pudessem dar algum rendimento mas para aumentar a miséria e a desventura da situação deles. Além destes, tão martirizados, havia outros submetidos a outras provas que nem sequer é possível nomear, porque as “bravuras” realizadas contra nós superam qualquer descrição.
Distinguindo-se nessas provas sobre toda a terra, os nobres mártires de Cristo surpreendiam os que foram testemunhas do seu valor, e através de sua conduta ofereceram provas evidentes da secreta e realmente divina força do nosso Salvador. Seria muito longo, para não dizer impossível recordar o nome de cada um”.

(Eusébio, História Eclesiástica, l. VIII, c. 12)

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Evangelizar é preciso?!

Evangelismo é o fato de proclamar as boas novas do Reino de Deus. Ele só acontece quando os filhosde Deus se manifestam a fim de resgatar e reconciliar vidas para o nosso Deus.

Uma pergunta ecoa quase todos os dias: Eu devo evangelizar?

Vamos pensar um pouco: Em João 1:12 diz que, “a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus“. Num certo dia em nossas vidas levantamos as nossas mãos, crendo, recebemos Jesus Cristo como nosso único e eterno salvador (I João 4:15), a partir do momento de fé, recebemos o seu Espírito Santo que nos guia em toda verdade (João 14:17), fomos resgatados do império das trevas e levados para maravilhosa luz (I Pedro 2:9).

Entendendo que pelo imenso Amor e Graça do nosso Deus e Pai hoje temos o poder de sermos chamados seus filhos, isso é maravilhoso, estavámos perdidos e hoje fomos achados por Ele, estavámos cegos e hoje temos a visão… Fomos salvos, e a salvação não é um fim em si mesmo, é um presente de Deus para o ínicio de uma jornada com Ele. Entendemos o plano da salvação e a parternidade do nosso Pai, precisamos saber agora o que Ele espera de nós, seus filhos.

O apóstolo Paulo nos ajuda em Romanos 8:19-22 diz: “Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus. Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora”. 

Jesus disse em Mateus 28:18-20: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.

Resumindo: Se somos verdadeiramente filhos de Deus, precisamos obedecer os seus mandamentos, e o IDE é um mandamento, ou seja, é preciso evangelizar.

Por: Maycon Barroco

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Salve Jorge?!

Em torno do século III D.C., quando Diocleciano era imperador de Roma, havia nos domínios do seu vasto Império um jovem soldado chamado Jorge de Anicii. Filho de pais cristãos, converteu-se a Cristo ainda na infância, quando passou a temer a Deus e a crer em Jesus como seu único e suficiente salvador pessoal. Nascido na antiga Capadócia, região que atualmente pertence à Turquia, Jorge mudou-se para a Palestina com sua mãe, após a morte de seu pai. Tendo ingressado para o serviço militar, distinguiu-se por sua inteligência, coragem, capacidade organizativa, força física e porte nobre. Foi promovido a capitão do exército romano devido a sua dedicação e habilidade.

Tantas qualidades chamaram a atenção do próprio Imperador, que decidiu lhe conferir o título de Conde. Com a idade de 23 anos passou a residir na corte imperial em Roma, exercendo altas funções. Nessa mesma época, o Imperador Diocleciano traçou planos para exterminar os cristãos. No dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses. Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande coragem sua fé em Jesus Cristo como Senhor e salvador dos homens.

Indagado por um cônsul sobre a origem desta ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da VERDADE. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: “O QUE É A VERDADE?”. Jorge respondeu: “A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nEle confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade.” Como Jorge mantinha-se fiel a Jesus, o Imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o Imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Porém, este santo homem de DEUS jamais abriu mão de suas convicções e de seu amor ao SENHOR Jesus. Todas as vezes em que foi interrogado, sempre declarou-se servo do DEUS Vivo, mantendo seu firme posicionamento de somente a Ele temer e adorar.

Em seu coração, Jorge de Capadócia discernia claramente o propósito de tudo o que lhe ocorria: “… vos hão de prender e perseguir, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, e conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. Isso vos acontecerá para que deis testemunho”. (Lucas 21.12:13 – Grifo nosso). A fé deste servo de DEUS era tamanha que muitas pessoas passaram a crer em Jesus e confessa-lo como SENHOR por intermédio da pregação do jovem soldado romano. Durante seu martírio, Jorge mostrou-se tão confiante em Cristo Jesus e na obra redentora da cruz, que a própria Imperatriz alcançou a Graça da salvação eterna, ao entregar sua vida ao SENHOR. Seu testemunho de fidelidade e amor a DEUS arrebatou uma geração de incrédulos e idólatras romanos.

Por fim, Diocleciano mandou degolar o jovem e fiel discípulo de Jesus, em 23 de abril de 303. Logo a devoção a “São” Jorge tornou-se popular. Celebrações e petições a imagens que o representavam se espalharam pelo Oriente e, depois das Cruzadas, tiveram grande entrada no Ocidente. Além disso, muitas lendas foram se somando a sua história, inclusive aquela que diz que ele enfrentou e amansou um dragão que atormentava uma cidade…

Em 494, a idolatria era tamanha que a Igreja Católica o canonizou, estabelecendo cultos e rituais a serem prestados em homenagem a sua memória. Assim, confirmou-se a adoração a Jorge, até hoje largamente difundida, inclusive em grandes centros urbanos, como a cidade do Rio de Janeiro, onde desde 2002 faz-se feriado municipal na data comemorativa de sua morte.

Jorge é cultuado através de imagens produzidas em esculturas, medalhas e cartazes, onde se vê um homem vestindo uma capa vermelha, montado sobre um cavalo branco, atacando um dragão com uma lança. E ironicamente, o que motivou o martírio deste homem foi justamente sua batalha contra a adoração a ídolos…

Apesar dos engano e da cegueira espiritual das gerações seguintes, o fato é que Jorge de Capadócia obteve um testemunho reto e santo, que causou impacto e ganhou muitas almas para o SENHOR. Por amor ao Evangelho, ele não se preocupou em preservar a sua própria vida; em seu íntimo, guardava a Palavra: “ …Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte” (Filipenses 1.20). Deste modo, cumpriu integralmente o propósito eterno para o qual havia nascido: manifestou o caráter do SENHOR e atraiu homens e mulheres para Cristo, estendendo a salvação a muitos perdidos.

Se você é devoto deste celebrado mártir da fé cristã, faça como ele e atribua toda honra, glória e louvor exclusivamente a Jesus Cristo, por quem Jorge de Capadócia viveu e morreu. Para além das lendas que envolvem seu nome, o grande dragão combatido por ele foi a idolatria que infelizmente hoje impera em torno de seu nome.

 

Fonte: Site Genizah

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Os mártires de Alexandria (Egito)

“De uma carta de Filéias aos habitantes de Tmuis”
   Filéias, bispo da Igreja de Tmuis, cidade a leste de Alexandria, era famoso pelos cargos civis que ocupou em sua pátria, pelos serviços prestados e também pela cultura filosófica. Jovem, nobre, riquíssimo, tinha mulher e filhos, e parece acertado que fossem pagãos. Da prisão, escreveu uma carta em que descreve os massacres de cristãos, que assistiu pessoalmente, e exalta a coragem e a fé dos mártires. Padeceu o martírio por decapitação em 306.

   “Fiéis a todos esses exemplos, sentenças e ensinamentos que Deus nos dirige nas divinas e sagradas Escrituras, os bem-aventurados mártires que viveram conosco, sem sombra de incertezas, fixaram o olhar da alma no Deus do universo com pureza de coração; aceitando no espírito a morte pela fé, responderam firmemente ao chamado divino, encontrando o Senhor nosso Jesus Cristo, que se fez homem por amor de nós, para cortar o pecado pela raiz e dar-nos o viático para a viagem à vida eterna. O Filho de Deus, com efeito, embora sendo de natureza divina, não quis valer-se da sua igualdade com Deus, preferindo aniquilar-se a si mesmo, tomando a natureza de escravo e tornando-se semelhante aos homens, como homem humilhou-se até à morte, à morte de cruz (Fl 2,6-8).
Os mártires, portadores de Cristo, aspirando, pois, aos mais elevados carismas, enfrentaram todo sofrimento e todo gênero de torturas imaginados contra eles, e não só uma, mas até mesmo uma segunda vez; diante das ameaças, com que os soldados competiam entre si no lançar-se contra eles com palavras e atitudes, não retrataram a própria convicção, porque “a caridade perfeita afasta o terror” (1Jo 4,18). Que discurso seria suficiente para narrar suas virtudes e sua coragem diante de cada prova?
Entre os pagãos, qualquer um podia insultar os mártires e, por isso, alguns batiam neles com bastões de madeira, outros com vergas, outros com chicotes, outros com cintos de couro, outros ainda com cordas. O espetáculo dos tormentos era muito variado e extremamente cruel.
Alguns, com as mãos amarradas, eram pendurados numa trave, enquanto instrumentos mecânicos puxavam seus membros em todos os sentidos; os carnífices, seguindo a ordem do juiz aplicavam no corpo todo os instrumentos de tortura, não só nas costas, como era costume fazer com os assassinos, mas também no ventre, nas pernas, nas faces. Outros, pendurados fora do pórtico, por uma só mão, sofriam a mais atroz das dores pela tensão das articulações e dos membros.
Outros eram amarrados às colunas, com o rosto voltado um para o outro, sem que os pés tocassem o chão, e pelo peso do corpo as juntas eram necessariamente esticadas pela tração.
Suportavam tudo isso não só enquanto o governador se entretinha a falar com eles no interrogatório, mas por pouco menos de uma jornada. Enquanto o governador passava para examinar os demais, ordenava aos seus dependentes que olhassem atentamente se por acaso, alguém, vencido pelos tormentos, acenasse ao cedimento, e impunha que se lhes estivesse inexoravelmente por perto, também com as correntes e quando, depois disso, tivessem morrido, puxassem-nos para baixo e arrastassem-nos pela terra.
Essa, de fato, era a segundo tortura, pensada contra nós pelos adversários: não ter nem sequer uma sombra de consideração por nós, mas pensar e agir como se já não existíssemos. Houve também aqueles que, depois de terem padecido outras violências, foram colocados no cepo com os pés separados até ao quarto furo, de modo que necessariamente ficavam de costas no cepo, pois não podiam ficar em pé por causa das profundas feridas recebidas em todo o corpo durante o espancamento.
Outros, ainda, jogados por terra, jaziam subjugados pelo peso das torturas oferecendo, de modo bem mais cruel aos espectadores, a visão da violência feita contra eles, porque traziam as marcas das torturas no corpo todo.
Alguns, nessa situação, morriam em meio aos tormentos, cobrindo de vergonha o adversário com a própria constância; outros, semi mortos, eram trancados na prisão onde expiravam poucos dias depois, sucumbindo às dores; os que sobravam com a saúde recuperada graças aos cuidados médicos, animavam-se de renovada coragem com o tempo e o contato com os companheiros de prisão.
Dessa forma, então, quando o edito imperial concedeu a faculdade de escolher entre aproximar-se dos sacrifícios ímpios e não serem perturbados, obtendo uma liberdade criminosa das autoridades do mundo, ou não sacrificar, aceitando a condenação capital, os cristãos corriam alegres para a morte, sem nenhuma hesitação.
Eles conheciam, de fato, o que fora predestinado e anunciado pelas sagradas Escrituras: “Quem sacrificar aos deuses estranhos – diz o Senhor – será exterminado” (Es 22,19) e “Não terás outro Deus além de mim” (Ex 20,3)”.

 Conclui Santo Eusébio: “São essas as palavras que o mártir, realmente sábio e amigo de Deus, escrevia do cárcere aos fiéis da sua igreja, antes da sentença capital, descrevendo a situação em que se encontrava, e exortando-os a permanecer firmes na fé em Cristo, mesmo depois da sua morte, que estava próxima” (Eusébio, História Eclesiástica, l. VIII, c. X).

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Coração de Servo?!

Vivemos um momento em que se tenta incentivar cada vez mais pessoas a agir espontaneamente em favor de causas não somente pessoais, promovendo de alguma forma o bem ao próximo e a sociedade.

É interessante pensarmos na importância que o voluntariado e toda ação espontânea , tem para a construção de um bem estar. O que esse princípio pode acrescentar a nós como cristãos? É importante entendermos que a verdadeira espontaneidade se desenvolve sem intervenção humana, mas através de uma conscientização e posição pessoal, caso contrário não seria algo espontâneo mas coagido. Sendo assim devemos começar pensando no significado de cristianismo a todos nós. Porque somos cristãos?

Jesus nunca coagiu, pressionou ou ameaçou com a intenção de conseguir algo de seus discípulos, pelo contrário, Jesus tinha uma PROPOSTA CLARA de vida e aqueles que se identificaram com ela renunciaram suas vidas e o seguiram espontaneamente. Em Mateus 4.19 Jesus diz: “Vinde após mim E Eu vos farei pescadores de homens…” , é muito importante entendermos que primeiramente você tem que ser espontâneo no SEGUIR a Cristo. Os primeiros discípulos de Jesus não o seguiram por medo do inferno, mas porque entenderam sua proposta, o seguir a Jesus significaria se tornar um ganhador de almas para Deus. Se nosso seguir a Cristo não se fundamenta no entendimento e na disposição de viver sua proposta, devemos analisar o que tem nos segurado presos nos bancos da igreja, se não for a proposta de Cristo pode ser a disposição humana em se justificar diante de Deus, o que chamamos de religiosidade, uma confissão apática e estéril, uma vida religiosa cheia de propostas pessoais e poucos propostas divinas. Por que temos seguido a Cristo?

O seguir, naturalmente nos leva a servir a Cristo, ação essa que também deve ser espontânea para que tenha o verdadeiro significado e poder de impacto. A palavra ministério tem ganhado muito “status” ultimamente, e ingressar ao ministério pode significar ingressar a uma classe de homens pertencentes a uma realeza dominante, a lugares e posições especiais, longe da miséria e das aflições que as pessoas vivem, porém, esta palavra tem um significado simples e esquecido: “SERVIÇO” Quem deseja participar do ministério cristão tem que desejar espontaneamente trabalhar e servir a todos quantos puderem ser servidos. 1 Pedro 5.2 diz: “ Pastoreai o rebanho que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer…”, em algumas versões este capítulo traz o título “Graça significa serviço”, e antes que seja tarde precisamos entender que o ministério cristão é para todos e temos que servir a Cristo, não por constrangimento causado por pessoas, líderes eclesiásticos, amigos, familiares, mas espontaneamente, por que é assim que Deus quer. Davi dando as últimas instruções a Salomão diz: “ … conhece o Deus de teu Pai, e serve-o de coração íntegro e alma voluntária, porque o Senhor esquadrinha todos os corações e conhece a motivação dos pensamentos…” 2 Crônicas 28.9. Será que temos sido bons servos, ou temos buscado ser bem servido no reino de Deus? Quando faz algo, intimamente espera o reconhecimento de quem? O que tem feito de prático quanto a servir ao próximo, aos irmãos, a igreja e a sociedade? Você só faz o que te pedem ou você presta atenção as necessidades que estão a sua volta? Oportunidades de servir não faltam… Talvez o que falta em nós é disposição e um coração de servo!

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