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Evangelizar é preciso?!

Evangelismo é o fato de proclamar as boas novas do Reino de Deus. Ele só acontece quando os filhosde Deus se manifestam a fim de resgatar e reconciliar vidas para o nosso Deus.

Uma pergunta ecoa quase todos os dias: Eu devo evangelizar?

Vamos pensar um pouco: Em João 1:12 diz que, “a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus“. Num certo dia em nossas vidas levantamos as nossas mãos, crendo, recebemos Jesus Cristo como nosso único e eterno salvador (I João 4:15), a partir do momento de fé, recebemos o seu Espírito Santo que nos guia em toda verdade (João 14:17), fomos resgatados do império das trevas e levados para maravilhosa luz (I Pedro 2:9).

Entendendo que pelo imenso Amor e Graça do nosso Deus e Pai hoje temos o poder de sermos chamados seus filhos, isso é maravilhoso, estavámos perdidos e hoje fomos achados por Ele, estavámos cegos e hoje temos a visão… Fomos salvos, e a salvação não é um fim em si mesmo, é um presente de Deus para o ínicio de uma jornada com Ele. Entendemos o plano da salvação e a parternidade do nosso Pai, precisamos saber agora o que Ele espera de nós, seus filhos.

O apóstolo Paulo nos ajuda em Romanos 8:19-22 diz: “Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus. Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora”. 

Jesus disse em Mateus 28:18-20: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.

Resumindo: Se somos verdadeiramente filhos de Deus, precisamos obedecer os seus mandamentos, e o IDE é um mandamento, ou seja, é preciso evangelizar.

Por: Maycon Barroco

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Conde Zinzendorf – Um homem que entendeu sua missão

Conde Nicolaus Ludwig von Zinzendorf (1700-1760)
“Nosso Cordeiro venceu: vamos segui-lo”

É uma triste verdade que para os primeiros duzentos anos depois da reforma, a igreja protestante tinha muito pouco interesse em missões mundias. Uma exceção notável foi Conde Nicolau Ludwig von Zinzendorf , um membro da nobreza alemã. Criado no pietismo, Conde Zinzendorf abriu suas terras para religiosos refugiados que buscavam segurança de perseguição religiosa. Esses refugiados então vieram a formar o núcleo de um novo movimento religioso: a Igreja da Morávia.

A partir de suas origens humildes, a Igreja da Morávia dedicou-se a unidade dos cristãos, comunidade, e dependência de Deus. Eles foram conhecidos por gastar horas, às vezes dias, em oração e louvor. Mas, sua característica mais definidora foi sua dedicação por missões mundias.

Durante a celebração da coroação do rei dinamarquês Christian a VI, Conde Zinzendorf conheceu três homens que mudaram sua vida. Dois eram recentemente convertidos ao cristianismo de Groenlândia, o terceiro era um escravo africano das Índias Ocidentais. Ele foi tremendamente movido pelo apelos que eles fizeram por missionários que dentro de dois anos, a Igreja Moraviana começou a enviar missionários. Todos os missionários da Morávia eram leigos treinados como evangelistas. Era se esperado que eles fossem auto-sustentável e que trabalhassem lado a lado dos habitantes locais. Seus objetivos eram ser exemplos de igualdade e não superioridade.

Os Morávianos fizeram parte do primeiro grande movimento missionário protestante. A Igreja da Morávia enviou durante vinte anos mais missionarios do que toda a igreja protestante em 200 anos.
Para aprender mais sobre Conde Zinzendorf e a história do movimento missionário cristão, entre em contato conosco sobre o curso Perspectivas no Movimento Cristão Mundial!

Eu o encorajo a ler mais sobre esse homem incrível e o trabalho que ele fez por nosso Senhor. No livro Perspectivas no Movimento Cristão Mundial (Vida Nova) tem um artigo sobre Zinzendorf e seus Morávios: #37 “Os Morávios e as missões” por Kenneth B. Mulholland.

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Missões? Ide e pregai?

A palavra “missão” tem sua raiz na palavra latina para “remeter”, ou “enviar”. Ser cristão inclui ser enviado ao mundo como represen¬tante de Jesus Cristo.
“Missões acontece quando o Espírito Santo de Deus queima o seu coração a ponto de você entender que o IDE não é uma sugestão, mas sim um MANDAMENTO”.
Estudando o capítulo primeiro do livro dos Atos dos Apóstolos, encontramos Jesus no Monte das Oliveiras, dando suas últimas instruções aos discípulos.
Podemos imaginar, lendo o versículo 6, que Jesus se ausentara por alguns momentos da presença deles, quando, aproveitando o intervalo, começaram a especular sobre o futuro de cada um, agora que Jesus ressuscitara. Regressando Jesus e retomando a conversa interrompida, é recebido com a seguinte pergunta: “Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a Israel?” A despeito de tudo quanto lhes tinha sido ensinado, os discípulos continuavam mais interessados em coisas passageiras do que nas eternas. Jesus, em tom de admoestação, mais uma vez os exorta para a necessidade de mudarem o foco de suas preocupações: “Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder. Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra (vs. 7,8). Dito isto, Jesus começa a subir de regresso ao céu, e quando uma nuvem o oculta das vistas deles, dois varões vestidos de branco lhes aparecem, como para confortá-los, dizendo-lhes que Ele voltaria do mesmo modo como eles o haviam visto subir.
Pode-se perceber claramente que, conhecendo a proximidade da partida, Jesus descartara a conversa sobre “tempos e estações” e lhes aponta o que de fato lhes interessaria dali por diante: entregar-se, sem reservas, à suprema tarefa de testemunhar dele às partes mais longínquas da terra. É como se os dois varões lhes tivessem transmitido o fecho da conversa, subitamente interrompida pela ascensão: Ele voltará quando vocês tiverem cumprido a tarefa de testemunhar dele a todas as gentes. Os varões de branco tão somente reafirmaram aos discípulos o que lhes fora dito pouco antes da crucificação, no sermão profético, quando lhe perguntaram detalhes sobre o fim. “E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim.” (Mt 24.14).
Na assembléia de Jerusalém Pedro volta ao assunto, relembrando-lhes o texto de Amós 9.11,12: “Depois disto voltarei, e reedificarei o tabernáculo de Davi, que está caído, levantá-lo-ei das ruínas e tornarei a edificá-lo, para que o resto dos homens busque ao Senhor, e todos os gentios, sobre os quais o meu nome é invocado, diz o Senhor que faz todas estas coisas.” (At 15.16,17).
É sumamente importante que a Igreja compreenda a urgência de levar este evangelho aos confins da terra. Bem sabemos que a volta de Jesus está próxima e por isto mesmo não devemos desfalecer, pois é mister que nos encontre completamente engajados no cumprimento da grande comissão: “Ser-me-eis testemunhas…” O IDE É PARA TODOS OS FILHOS DE DEUS, SE VOCÊ É FILHO DE DEUS, ENTÃO, IDE E PREGAI.

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DIÁRIO MISSIONAL 02

No diário missional 01, escrevi que colocaria informações e vídeos da missão, pois foi muito difícil fazer isso por causa do tempo no Piauí, mas enfim, vou tentar relatar nossa missão em forma de poesia e fotografia, vamos lá:


Em Teresina chegamos (Eu, Thiago Costa e Esdras Ferreira) e bem recebido nós fomos

Descansamos na chegada e ao raiar do dia começaria a jornada

Fomos para Amarante, um lugar precioso como um diamante

Um pouco pacato e muito chão, enfim chegamos no começo do sertão

Conhecemos verdadeiros amigos (Rafael Thiago, Mariana, Israel e Desi) bem alegres e apaixonados

Esse foi o inicio da nossa missão, no começo do sertão;

No Primeiro dia alegria

Almoçamos e conversamos

Pegamos a Toyota (Do Projeto Macedônia) e voamos como uma gaivota

Nosso destino, o quilombo mimbó

Depois de uma aventura, chegamos com muita doçura

Passamos de carro e muitas crianças chegaram

A Toyota ficou lotada e cheia de alegria da criançada

A bordo estava nossa equipe lembrando da grande áfrica

Nossa missão começara… Nossa missão perdurava…

Chegamos no Mimbó com muito amor

E recíproco foi esse sentimento durador…

Começamos com as peças de teatro para as crianças

mas, quem fez a festa foi a mulherada…

O palhaço alegrava…

E o missionário Thiago gargalhava…

E dona Deuzuite se encantava…

Falamos desde a desobediência à o grande amor de Deus

Jonas (Bíblia) foi usado como exemplo para o quilombo e os seus…

Ao som do Tchu Tchu ê

Muitos foram tocados e a semente ficou

Fomos para casa quando a barriga roncou (risos);

Banhamos e jantamos

E depois fechamos a noite adorando…

Uma presença de Deus contagiante

Lágrimas e uma certeza gigante

Palpável e adorável

Nos deliciamos nessa presença

E fomos dormir cheios de esperança…

Segundo dia chegou, vocês estão cansados de ler,

Mas muitas coisas boas ainda vão acontecer…

<(ESSE FOI O PRIMEIRO DIA)>

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Série: Evangelismo – Fator 2 – O Poder

 

Quero começar a falar de Poder de uma forma bem simples para responder esse paradoxo natural que é o sobrenatural.

Em atos 1:8 diz: “Mas recebereis poder do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra”.

Podemos ver a palavra Poder em destaque, esta palavra do original (grego δυναμις) significa dunamis ou dynamis, é uma antiga palavra grega usada para dizer “força” ou “poder”. A raiz da palavra originou as palavras Dinamite, dínamo e dinâmico que expressa uma energia constante. Ligada ao cristianismo faz parte da ação do Espírito Santo de Deus.

Abaixo está algo que Leonard Havenhill escreveu em seu livro que me chamou muito atenção.

(Segunda parte do capítulo 16 do livro Por que tarda o pleno avivamento? de Leonard Havenhill)

Finney afirma: “O avivamento está contido em Deus”. Portanto, podemos gozar de um despertamento espiritual “conforme o seu poder que opera em nós”, pois receberemos “poder, ao descer sobre (nós) o Espírito Santo”. E não se trata de poder para realizar milagres, pois os discípulos já os realizavam antes mesmo do Pentecostes, e também expulsavam demônios.

Também não é poder para organizar, nem para pregar, nem para traduzir a Bíblia, nem para conquistar novas terras para o Senhor. Tudo isso é válido. Mas será que temos o poder do Espírito Santo — poder para restringir a força do diabo, para destruir fortalezas e obter o cumprimento das promessas? O que o inferno mais teme senão uma igreja ungida por Deus, dinamizada pela oração?

Ligando esse texto ao Capítulo anterior (Fator 1) da Série Evangelismo, podemos perceber que a oração estende-se ao poder e vai formando um único Fator, Cristo em nós!

Para complementar esse pequeno estudo vou deixar alguns versículos:

  • João 1:12 – Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome.
  • Atos 4:33 – E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.
  • Atos 4:31 – E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus.
  • Atos 1:8 – Mas recebereis o poder do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e serão testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.
  • Efésios 1:19 – Descobrindo-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em si mesmo.
Para refletir:
Recebemos o poder do Espírito Santo, e agora?
Podemos ser completos em Cristo?
Se Cristo está em nós verdadeiramente, porque continuamos a nos manifestar como se ele estive longe?
Maycon Barroco
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Série: Evangelismo – Fator 1 – A Oração

 

Separei 4 (quatro) fatores para definir o desenvolvimento para um evangelismo eficiente e eficaz, deixando claro que somos apenas meros instrumentos de Deus para esse fim, a conversão de vidas não depende de nós diretamente, somente o Espírito Santo de Deus pode convencer o homem do pecado, da justiça e do Juízo (João 16:8).

Neste Fator 1 (um) irei separar em 3 (três) pilares que fundamentam a vida do Cristão e sem eles o Evangelismo não pode dar frutos que permanecem. São eles: Oração, Jejum e Palavra (intimidade).

1) Oração

A oração vai te dar suporte para a eficácia do Evangelismo. Compreendendo a movimentação de Jesus Cristo, vemos que Ele sempre se retirava para ter um tempo de oração, a bíblia diz que Jesus Cristo só fazia aquilo que Ele via o Pai fazer (João 5:19). Toda Sua movimentação e peregrinação estava debaixo de um direcionamento firme e verdadeiro, assim devemos andar.

As escrituras deixa bem claro o poder da oração, irei citar alguns versículos para o melhor desenvolvimento desse estudo:

  • Mateus 17:21 – Mas essa casta não sai, senão por meio de Oração e Jejum.
  • Atos 6:4 – Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra.
  • Tiago 5:15 – E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, se-lhe-ão perdoados.
Leonard Havenhill disse algo muito interessante: “Os votos que fez, as lágrimas que derramou, os gemidos que deu estão registrados nas crônicas dos feitos de Deus. Edwards, Zinzendorf, Wesley e outros eram irmãos espirituais (pois assim como existe uma aristocracia terrena, existe também a espiritual). Esses homens desprezavam as honrarias humanas, e ansiavam apenas pela apreciação do Espírito Santo”“A oração do Justo pode muito em seus efeitos” (Tiago, discípulo de Jesus), a oração tem efeitos extraordinários, trazemos aquilo que está nos céus para a terra, esse é o poder de Deus.2) Jejum

“Promulgai um santo jejum, convocai uma assembléia solene, congregai os anciãos, todos os moradores desta terra, para a Casa do Senhor, vosso Deus, e clamai ao Senhor.” – Joel 1:14

 Jejuar é uma das mais claras recomendações bíblicas. No Velho Testamento temos inúmeras narrativas quanto a pratica do jejum associado à oração.

Algumas vezes como demonstração de arrependimento; outras, objetivando a graça divina, para fins de livramento, vitória, etc. O jejum de Daniel e os seus companheiros não decorreram de problemas, foi com o propósito de fidelidade e consagração a Deus. “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia;” Dn 1:8 .

Há pessoas hoje que são contra o jejum, entendendo tratar-se de uma prática do Velho Testamento, não aplicável há este tempo presente da graça. Vejamos, então, no Novo Testamento qual foi o parecer do Senhor Jesus acerca do jejum: – Em Mateus 17:14-21 há o registro de que um pai veio a Jesus solicitar que seu filho fosse liberto de um demônio que o atormentava, e declarou que o levara aos discípulos e estes não puderam expulsá-lo. Os próprios discípulos do Senhor perguntaram em particular ao Mestre: “Por que motivo não pôde nós expulsá-lo? Por causa da pequenez da vossa fé… Mas esta casta não se expele senão por meio de oração e jejum”. O texto é suficientemente claro, o Senhor está recomendando a oração e o jejum.

Em Mateus 9:14-15 lemos: “Vieram, depois os discípulos de João e lhe perguntaram: Por que jejuamos nós, e os fariseus [muitas vezes], e

 teus discípulos não jejuam? Respondeu-lhes Jesus: Podem, acaso estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo, e nesses dias hão de jejuar.”

O trabalho de evangelização coloca a Igreja em confronto direto contra as hostes do mal. Vidas amarradas, oprimidas e escravizadas pelo diabo serão alcançadas com a pregação do evangelho e o testemunho dos irmãos.

Só com muita oração e jejum é que a Igreja terá o discernimento das astutas ciladas preparadas pelo inimigo, e poder para desfazê-las e livrar os cativos.

Há tipos e formas de jejuns diferenciados. Jejum parcial e jejum total. Coletivo ou individual. Sugerimos, todavia, que, em sendo a motivação ou causa para o jejum a prática de “Evangelizar”, a igreja poderia ser convocada para manhãs de jejum e orações no templo ou nas casas em prol da conversão de almas, e para louvor e adoração ao Senhor. Nestas reuniões abordar-se-iam temas relacionados a “Evangelização”, e os irmãos contariam experiências vividas no trabalho de “Evangelismo”. Esta reunião contribuiria em muito na mobilização da igreja para as diversas frentes de “Evangelização”.

3) Palavra (Intimidade)

“A intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais ele fará conhecer a sua aliança.” (Salmos 25.14.)

A palavra “intimidade”, Significa “Vida íntima; vida particular”. Posso dizer que a definição diz que o íntimo “atua no interior”.

Ser íntimo de alguém requer tempo e esforço para conhecer e ser conhecido por esse alguém como você realmente é.

Intimidade é conhecer o outro profundamente. É conhecer os anseios, os desejos e os segredos do coração do outro, assim é a intimidade com Deus: é conhecê-lo profundamente, atendendo aos desejos do Seu coração.

Quando há intimidade há transformação de dentro para fora, porque você está em Deus e Ele está em você.

Assim como no casamento, se o relacionamento não for trabalhado, cultivado, o amor esfria, empobrece, você não conhece mais o outro e, assim, passa a se sentir sem identidade: “O que eu fiz?”; “Por que o Senhor está distante?”.

Intimidade com Deus é um tesouro escondido e a ser explorado. Embora saibamos que a salvação é de graça, a intimidade tem um preço que nem todos estão dispostos a pagar.

É o preço da disposição de tempo, de negar as coisas do mundo, de por um momento parar tudo para sentir e ouvir o que Deus tem a dizer.

Os que temem ao Senhor são atraídos por conhecê-lo, deixando-o agir em suas vidas não de forma limitada, mas em todas as áreas. Na intimidade Deus é participante e livre para agir em qualquer área ou circunstância da vida de alguém.

Na intimidade Deus faz o que Ele quer e quando quer, no tempo determinado por Ele.

Fique atento porque o pecado faz separação entre o homem e Deus, isso atrapalha a sua intimidade com o Criador.

Em Tiago 5:16 diz: Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.

Reflita:

Você tem intimidade com Deus? Até que ponto?

Você tem jejuado?

Você tem buscado a Deus com todo o seu coração?

O que você precisa aperfeiçoar nestes dias para ter essa intimidade com o Pai?.

Ore, arrependa-se e repare seu altar, sua vida diante de Deus, para que Sua intimidade e Sua Presença fluam entre nós.

Maycon Barroco

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